Passei horas pensando sobre o que escrever...
Palavras vinham e voltavam á minha mente...
Me inspirei e coloquei toda minha emoção num papel
O tema escolhido foi uma amor deixado, não pra trás, mas por muito tempo adiado...
Que infelizmente hoje não tenho muita perspectiva de que vá muito adiante.
È um amor quase platônico, sonhador, idealista, revolucionário, imaturo, às vezes insensato.
Impulsivo, degenerativo.
Mas ao mesmo tempo é revigorante.
È gostoso, é inocente, tranquilo, indecente. É voraz.
Mas não é autoritário, nem egoísta... é A-M-O-R!
O poema saiu assim:
Jangada
Ai quem dera você aqui
Pra me nortear
Perdido sem rumo
Implorando por um segundo poder me afagar
Submerso num turbilhão de sentimentos
Na nostalgia dos pensamentos
Num mergulho no remanso do mar
Naufragado em planos e reviravoltas
Dessas que a vida dá
Ai quem dera ter no pulso o controle dessa jangada
Que precisa do vento pra deslizar
Voltar às margens daquela praia de areia branca
E nos seus braços seguros descansar
RAFAELA VILAÇA®
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Dedicado á todos aqueles que esperam a chance de amar de verdade. De ter alguém bem pertinho, fazendo carinho, dando beijinho, dormindo agarradinho!!!
Que vontade!